O Falso Francês
Em 1849, João Manuel sonha em escrever um folhetim para A Brisa da Tarde, jornal da pequena São Félix do Morro Alto. Como o dono do jornal só valoriza os grandes folhetinistas europeus, João afirma ter em mãos um folhetim francês que ele mesmo pode traduzir. A partir dessa mentira, precisa usar toda a sua imaginação para sustentar a história e lidar com as confusões que surgem pelo caminho.
- Gênero
- Ficção histórica
- Origem
- Brasil
- Ciclo do CLT
- novembro 2026
- Status
- atual
O que essa leitura movimentou
Entre folhetins, mentiras e muita vontade de contar histórias, O Falso Francês brinca com a influência europeia sobre a literatura brasileira do século XIX e com o desejo de um jovem escritor de encontrar espaço para publicar. Uma história leve e divertida que também abre espaço para conversar sobre autoria, identidade, reconhecimento e sobre quem decide quais histórias merecem ser contadas.
Um dossiê não encerra a obra; ele registra os caminhos que o grupo abriu ao lê-la.
Contexto de leitura
Este espaço reúne textos, encontros e memórias produzidos a partir da obra, sempre com conteúdo original do clube e respeito aos direitos autorais.
O que os leitores acharam
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